O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, avalia mover uma ação judicial por danos morais contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, em razão dos desdobramentos de um relatório encomendado pelo magistrado no âmbito do caso Master, informa Lauro Jardim, do jornal O Globo. A controvérsia teve início após a divulgação de menções ao nome do chefe da Polícia Federal em um relatório que analisa mensagens encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro.O documento, solicitado por André Mendonça
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Ler NotíciaEm comício no interior paulista, presidente disse que o Brasil não deveria depender de tecnologias desenvolvidas pelos EUA e pela China
Ler NotíciaEstá até hoje sem resposta o pedido oficial que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, fez no fim de julho para o advogado-geral da União, Jorge Messias, recorrer judicialmente das decisões do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que apertaram o cerco sobre a condução da operação Sem Desconto, investigação a apurar o caso do assalto a aposentadorias e pensões do INSS, como a proibição aos policiais envolvidos de discutir detalhes sigilosos do caso com o com
Ler NotíciaAndrei Rodrigues se sentiu abandonado dentro do governo nessa crise com André Mendonça. Aliados do chefe da PF têm apontado os dedos para o que classificam como "covardia" de Jorge Messias, da AGU, e a inação de Wellington César, o Ministro da Justiça, que vem a ser seu superior hierárquico. Rodrigues, por sinal, recebeu telefonemas de solidariedade dos ex-chefes, Flávio Dino e Ricardo Lewandowski. Mas não do atual. Andrei Rodrigues se sentiu abandonado dentro do governo nessa crise com André Mendonça.
Ler NotíciaLa aerolínea canceló las reservas del expresidente Gustavo Petro para la ruta Bogotá–Ciudad de México–Bogotá y confirmó el reembolso total del dinero. Avianca argumentó que la medida responde a sus obligaciones de cumplimiento frente a las regulaciones de sanciones de Estados Unidos, mientras Petro cuestionó la decisión y anunció posibles acciones jurídicasLa decisión de Avianca de cancelar los tiquetes del expresidente Gustavo Petro para viajar a México generó una nueva controversia alrededor de las sanciones económicas administradas por Estados Unidos.
Ler NotíciaValor teria sido depositado em conta secreta no exterior e, posteriormente, transferido ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre
Ler NotíciaA pobreza da política brasileira se revela por completo quando se nota que acusações de corrupção são o fator de maior impacto na disputa
Ler NotíciaEnvolvidos já esperavam a operação policial semanas antes da operação ser realizada. Esquema de fraude bancária milionária envolveu vazamento de informações por servidores da Justiça Federal.
Ler NotíciaO discurso em torno do escândalo envolvendo Moraes tornou-se surreal. A estratégia de Moraes e de seus defensores é complicar a situação. Mas o escândalo é bem simples: Como ministro do STF, Moraes e sua família receberam cerca de R$ 200 milhões de um banqueiro corrupto; depois, ele agiu para proteger o banco, conversou extensivamente com o banqueiro sobre obstrução de justiça, apagou todas as mensagens trocadas com ele e, por fim, mentiu repetidamente ao público sobre tudo. O escândalo secundário é a tentativa de Paulo Gonet de abusar de seu poder como
Ler NotíciaColômbia: A companhia aérea Avianca impediu o ex-presidente da Colômbia Guatavo Petro de embarcar em seus aviões, alegando que o nome de Petro está na lista OFAC de sancionados pelos EUA (foto)Avianca impediu o ex-presidente Gustavo Petro de embarcar em seus voos, alegando que ele está na lista de sancionados da OFAC dos EUA (lista SDN), e inclui uma captura de tela da entrada oficial com seus dados pessoais e a designação relacionada a drogas ilícitas. Petro foi incluído na lista SDN em outubro de 2025, com base
Ler NotíciaA mobilização vem durante a repercussão de mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Nos diálogos, Vorcaro questionou o ministro sobre o avanço das investigações da Polícia Federal e chegou a perguntar se deveria deixar o país 2 dias antes de ser preso, em novembro de 2025. A manifestação retoma uma pauta que já esteve presente em atos da direita. Em 2024, um protesto foi convocado com pedidos de impeachment do ministro. Em 2025, manifestantes voltaram a pedir a saída de Moraes.
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