O jovem que cresceu na geração digital, da internet e das redes sociais, e nunca gostou muito de ficar vendo o jornalzinho da Rede Globo, sabe muito bem o que está acontecendo: que o PT é um fracasso total, que a economia está sendo destruída e que Lula nunca teve um projeto de país. Graças a informação descentralizada e barata, a geração Z está testemunhando o quão ruim é a esquerda no poder e que os petistas representam o velho sistema falido e corrompido. Vamos descobrir como pensam os integrantes dessa geração!
No mês de março, dados levantados pela AtlasIntel e pela Bloomberg, revelaram que mais de 72,7% da geração Z rejeita o governo Lula. Esse dado se refere a pessoas que tem entre 16 e 24 anos; então, não estamos falando de toda a geração Z, mas de uma parte significativa dela. A geração Z se refere a pessoas que nasceram entre meados de 1995 e 2010, ou seja, é a primeira geração de nativos digitais, a qual seus integrantes cresceram conhecendo bem as tecnologias modernas e estão sempre hiper conectados nas redes sociais. Essa geração é conhecida também por busca de propósito de vida e equilíbrio no trabalho. De modo geral, as pessoas dessa geração valorizam muito a diversidade, a sustentabilidade e a saúde mental, sendo considerados muito criativos, imediatistas e socialmente conscientes. Levando isso em consideração, dá para entender por que muitos desses membros da geração Z são progressistas que defendem pautas ambientalistas, são politicamente corretos e levantam bandeiras de causas como a LBGT. Mas também, por outro lado, é uma geração de libertários que não cresceram sendo doutrinados pelos jornais da grande mídia, e perceberam com o tempo o quão problemático, burocrático, omisso e oneroso é o estado brasileiro.
Isso explica o crescimento exponencial de jovens políticos de direita, sejam conservadores, libertários ou liberais, que estão crescendo nas redes sociais como Instagram, Tiktok e Twitter. Essa nova geração de políticos consegue alcançar muito mais gente do que nossos antepassados conseguiram, e gastando muito menos dinheiro. Daí que surge o fenômeno dos políticos chamados de “outsiders” , que são pessoas totalmente de fora do sistema político e que não têm nenhum rabo preso com figuras poderosas da velha política. O libertário Javier Milei da Argentina é considerado um outsider, por exemplo. Mas vamos focar aqui no caso brasileiro. Conhecemos bem 3 grandes nomes da direita brasileira que hoje são famosos graças a internet: o Lucas Pavanato, que é vereador por São Paulo, e é muito conhecido por expor as hipocrisias da esquerda e, principalmente, por confrontar militantes radicais nas ruas ou nas universidades. Outro é o famoso vereador de Curitiba, Guilherme Kilter, que tem milhões de seguidores no Instagram e consegue muito engajamento com seus vídeos polêmicos. E o mais famoso de todos, que o Brasil inteiro conhece, e que tem a benção de Jair Bolsonaro para liderar a direita brasileira é Nikolas Ferreira. Nikolas é o político com mais seguidores no Instagram, só atrás de Jair Bolsonaro, e seus vídeos denunciando os erros, mentiras e hipocrisias da esquerda são os que mais viralizam na internet, alcançando praticamente o país inteiro. Nikolas tem uma ótima comunicação, é um jovem inteligente e de princípios cristãos e conservadores que consegue se conectar com grande parte da população brasileira. Formado em direito, Nikolas é escritor, pai, e tem se mostrado um político destemido que consegue juntar milhares de pessoas, sendo visto como o futuro presidente do Brasil, por muitos, mesmo ainda sendo muito jovem. Basta lembrar que Nikolas foi o deputado federal mais votado da história de Minas Gerais, tendo recebido 1,4 milhão de votos nas eleições de 2022, quando tinha apenas 26 anos. Hoje, a conta de Nikolas no Instagram possui mais de 21 milhões de seguidores. Em alguns posts no instagram, o deputado conservador consegue equiparar, e até ultrapassar em audiência, figuras extremamente famosas como Neymar e Virgínia.
Já o vereador Pavanato, que também é do partido PL, teve uma trajetória 100% focada no ambiente digital, e aos 26 anos, se tornou vereador pela cidade mais populosa e rica do Brasil, São Paulo. Pavanato tem uma postura combativa e aguerrida em defender suas ideias e não tem medo da militância radical e raivosa da esquerda. Defensor do livre mercado e da liberdade de expressão, Pavanato com certeza representa muitos jovens que estão saturados tanto do velho sistema, como da mentalidade progressista que domina a mídia e as universidades.
Para não deixar de citar uma das políticas jovens e conservadoras do país, devemos lembrar que a conservadora do PL de Santa Catarina, Ana Campagnolo, faz muito sucesso nas redes sociais e também cresceu graças à internet. Ela nunca fez parte da velha política e se tornou uma das mais conhecidas e bem votadas de seu estado. Ana é formada em história, tendo atuado como professora e palestrante, e também é escritora. Seu livro best-seller é “Feminismo: perversão e subversão”, e essa mulher tem conquistado cada vez mais o coração da geração Z com sua boa comunicação e seu posicionamento nas redes sociais.
A verdade é que o conservadorismo político, antes das redes sociais, não tinha tanta força no Brasil, apesar de grande parte da população ter costumes e visão mais conservadora. Na época em que o sistema controlava as universidades e a cultura, a velha mídia conseguia impor uma visão mais socialista sobre a política, economia e sociedade, e poucos políticos conservadores tinham espaço e voz. Além disso, os jovens que cresceram hiperconectados valorizam a liberdade econômica e querem qualidade de vida, não vendo mais no PT a chance do país ter um futuro de prosperidade.
Hoje em dia, qualquer coisa custa uma fortuna. Mesmo um carro usado ou um carrinho de entrada, mais simples, se for novo de fábrica, pode chegar a custar quase 100 mil reais a depender do modelo. A geração Z herdou enormes problemas como uma moeda destruída pela inflação, e não consegue mais comprar uma casa ou um apartamento com a facilidade que seus pais e avós compravam. Depois de mais de 15 anos de governos petistas, o Brasil virou terra arrasada: um país falido, estagnado, endividado, medíocre, sem futuro e lotado de funcionários públicos que sugam quase toda a riqueza gerada pelo setor privado. E esses membros da geração Z também cresceram numa geração em que vários influenciadores digitais e youtubers fazem vídeo mostrando como é a vida em países ricos e desenvolvidos como os Estados Unidos. É muito comum ver no Instagram aqueles vídeos curtos, que viralizam, de brasileiros que moram nos Estados Unidos mostrando preços de carros, casas, videogames, Iphones e outros bens e serviços que são vendidos em território americano. Isso deixa essa geração cada vez mais decepcionada com a mediocridade da economia brasileira, e as pessoas percebem que o Brasil parou no tempo. Está claro que desde que Lula assumiu o poder, em seu 3º mandato, o número de pessoas que decidiram abandonar o Brasil aumentou: os principais destinos têm sido Paraguai, Estados Unidos e Portugal, além de outros países ricos como Reino Unido e Alemanha.
Mas voltando aos dados da pesquisa realizada pela AtlasIntel e pela Bloomberg, cerca de 85% dos evangélicos rejeitam o governo Lula, exatamente por saberem que as ideias de Lula e do PT estão alinhadas às pautas progressistas. Hoje em dia, os cristãos se sentem desrespeitados pelos militantes de esquerda que adoram menosprezar e vilipendiar a fé desses religiosos. É comum ver universitários e feministas falando mal da Igreja e do cristianismo, e até mesmo atacando a instituição da família. O Brasil foi fundado por cristãos e sempre foi um país de raízes católicas e conservadoras. Mudar a força isso é comprar guerra com boa parte da população. No início de 2026, o jornalista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, um comunista radical e grande admirador do Lula, chegou a declarar que evangélicos não deveriam ter direito ao voto.
Além de tudo isso, podemos fazer uma breve análise do governo Lula desde o começo de 2023. Foram constantes os aumentos de impostos, como dos produtos internacionais da Shein e da gasolina, e foi nítido a grande tentativa de censurar as redes sociais, algo que foi percebido por essa geração de jovens hiperconectados. Apesar de usarem termos bonitos para tentar esconder o plano de censura, como “combate ao ódio e ao extremismo” , as pessoas estão acordando para a verdade: de que a esquerda não tolera divergência e não sobrevive num ambiente digital com liberdade de informação e expressão. No ano de 2024, o ministro Alexandre de Moraes, que tem sido há anos um grande aliado do regime petista, determinou a suspensão total da rede social X. Essa decisão brusca, acompanhada de várias críticas de figuras famosas como Elon Musk, com certeza abriu os olhos de muita gente para o que o Brasil está virando: um país controlado por poucas figuras autoritárias que perseguem críticos.
Não é de hoje que a direita política tem sido perseguida e censurada: podemos lembrar do podcaster Monark que teve que fugir do Brasil e teve parte de seus saldos bancários bloqueados por decisão judicial. Monark teve mais de 300 mil reais bloqueados e teve seus perfis suspensos em plataformas como X, Instagram e Telegram, tendo sido também condenado em primeira instância a um ano de dois meses de detenção por injúria contra o ministro Flávio Dino. E foi em setembro de 2023 que ele se mudou para os Estados Unidos, alegando perseguição estatal e censura. Foi só no ano passado, em 2025, que Monark conseguiu ter segurança para voltar. Em fevereiro de 2025, Alexandre de Moraes autorizou o desbloqueio de 17 plataformas de redes sociais de Monark, mantendo, no entanto, a ordem de remoção de conteúdos considerados, pelo ministro, como ilegais, e estabelecendo uma multa por novas publicações. Não podemos nos esquecer dos jornalistas Allan dos Santos e Rodrigo Constantino. Essas pessoas claramente foram perseguidas apenas por suas ideias e opiniões, que ameaçam o consórcio PT-STF e a visão hegemônica dos grandes partidos políticos. Mesmo em tratamento de saúde, devido a um câncer, o jornalista Rodrigo Constantino continuou sendo perseguido e não teve acesso a seu dinheiro no Brasil, algo que mostra a desumanidade e tirania dessa ditadura.
Enfim, a geração Z, é a geração que cresceu com inovações como o Uber, o marketing digital e o crescimento das redes sociais, sobretudo do Youtube e do Instagram. Boa parte dos membros dessa geração, ao contrário de seus pais, não cresceram ouvindo o rádio ou assistindo aos jornais da Rede Globo, Rede Bandeirantes e do STB. Muitos jovens dessa geração são pessoas que conheceram as ideias libertárias e conservadoras e conheceram os pensadores famosos dessas vertentes políticas como Ludwig von Mises, Frederic Bastiat, Roger Scruton, Russel Kirk, Murray Rothbard, Ayn Rand, Thomas Sowell e tantos outros.
Para essas pessoas é nítido que o Brasil de Lula é o velho Brasil dos sindicatos, do trabalhismo e da CLT, um país atrasado no tempo de Getúlio Vargas, um tirano autoritário que importou muitas ideias fascistas de estado grande e centralizado, e foi conhecido por perseguir milhares de imigrantes e suas culturas. Os novos brasileiros querem a liberdade da economia digital, a flexibilidade do Uber e facilidades dos bancos digitais e da internet. É uma geração tecnológica e conectada, e nem precisamos citar o tanto que a geração alfa, compreendendo os nascidos entre 2010 e meados de 2024, será uma geração extremamente tecnológica e disruptiva, ainda mais que a geração Z.
A esquerda sabe muito bem que a internet e a liberdade que ainda existe nela pode destruir seus planos de tornar o Brasil uma espécie de Cuba do Sul, um grande regime totalitário. Mas a guerra está longe de acabar, pois estamos num embate que vai muito além do cenário político; trata-se de um conflito profundo de natureza espiritual e cultural. Nossa arma é a verdade e a tecnologia. Precisamos continuar a divulgar ideias e valores e a conquistar cada vez mais o coração dos jovens para criar um Brasil mais livre, próspero e seguro, e trazer um projeto de país que dê esperança de melhoria para nossas crianças e adolescentes.
https://revistaoeste.com/politica/mais-de-70-da-geracao-z-rejeita-o-governo-lula-diz-pesquisa/
https://veja.abril.com.br/politica/a-altissima-desaprovacao-de-lula-entre-jovens-de-16-a-24-anos-segundo-pesquisa-da-atlasintel/
https://www.infomoney.com.br/politica/atlasintel-desaprovacao-de-lula-vai-a-535-e-expoe-desgaste-persistente/